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ARTIGOS DO ESPORTE

GRANDE RIBEIRÃO, GRANDE FUTEBOL.

Que legal! Estamos com a sensação que o crescimento da nossa querida Ribeirão impulsionou também, mesmo que de forma inconsciente, o crescimento do futebol profissional da cidade, que estava adormecido há vários anos ...

 Acreditamos que, com a chegada do caçulinha Olé, chamando a atenção por sua magnífica estrutura física e gestão corporativa, com os seguidos acessos do Comercial e manutenção do Botafogo na elite do futebol Paulista, reviveremos as épocas áureas do futebol ribeirão-pretano.

Não poderemos perder essa grande oportunidade, mas, para tanto, teremos que, verdadeiramente, prestigiar os nossos clubes e dirigentes.

Torcedores do Botafogo, Comercial e Olé, vai aqui um alerta: chegou a hora de vestir a camisa do time e ir ao estádio, torcer, cobrar, mas também investir. Lembrem-se: não se faz futebol sem dinheiro, apenas com a paixão. O cliente (fiel),  que garantirá o sustento e manutenção do clube, é você torcedor!

Diretores e executivos, vai aqui uma dica: sejam responsáveis e criativos. Inúmeras são as possibilidades de captação de recursos financeiros para os clubes. Invistam nas categorias de base, desenvolvam o projeto sócio-torcedor para fidelização e garantia de público nos jogos, busquem recursos incentivados, através das leis de incentivo ao esporte estadual (ICMS) e federal (IR), para gestão da base, manutenção e construção das estruturas físicas (centro de treinamento e estádio), implantem escolas oficiais de futebol e negociem franquias da marca para a formação de futuros jogadores e ou torcedores, busquem patrocinadores e negociem o nome do estádio/arena  (naming rights).

Empresas e empresários de Ribeirão e região, vai aqui um pedido: anunciem dentro dos  estádios (placas publicitárias, prismas e placares,) patrocinem os uniformes dos clubes da nossa cidade, comprem camarotes corporativos, organizem ações associadas aos clubes.

Enfim, precisamos de todos, vamos inflamar o nosso futebol.  Chegou a hora dos nossos times terem o tamanho e visibilidade da nossa Ribeirão !!

Eduardo Zanello de Paula e Silva
Consultor Esportivo
 
JOGADOR DE FUTEBOL: PRODUTO OU EMBALAGEM?

Jogador de futebol: Produto ou embalagem? Craque de bola ou de mídia? Verdade ou mentira?

A magia do futebol de outrora, dos grandes jogadores desfilando suas genialidades pelos gramados esburacados e carecas, deu lugar ao futebol de hoje, onde seus “craques”, na sua maioria, são fabricados pela mídia, onde o melhor batedor de falta do país do futebol é um goleiro, caramba!

Se fosse naquela época, só pra exemplificar e nada contra o goleiro artilheiro, ele estaria preocupado e orientando a sua defesa para não cometer faltas perto da grande área, já pensou ter que agarrar um “pombo sem asas” do Zico, Airton Lira, Zenon, Eder, Nelinho e tantos outros.

O mundo mudou, o futebol mudou. Não dá mais pra se vender um produto apenas pela sua qualidade. Tem que ter uma embalagem apropriada. Não dá mais pra ser apenas um “produto” Rivelino, Tostão ou Gerson. Tem que vir numa embalagem apresentável, com layout de Beckham, Kaká ...

Salvo algumas exceções como Messi, Ganso e Neymar, poderia citar mais alguns outros, que são verdadeiros produtos, o que prevalece nos grandes times são os craques embalagens, bonitos por fora, ótimos atletas, disciplinados taticamente e duvidosos por dentro, alguns até com o prazo vencido (idade), que continuam na prateleira do clube pra chamar a atenção do consumidor (torcedor).

As partidas memoráveis  de ontem, dos jogadores que nasciam com talento no DNA, foram substituídos pelos espetáculos de hoje, onde os artistas da bola desfilam seus atributos como verdadeiros atletas, fabricados em laboratórios (muitas vezes por seus agentes/empresários) e expostos na mídia como super-heróis.

Pra se pensar ...

Eduardo Zanello de Paula e Silva
Consultor Esportivo
 
MEU FILHO, CRAQUE DE BOLA ?

Já nasceu com a bola no pé...
Observa meu filho...
Não é porque eu sou pai dele não, mas é um craque de bola, joga muito...
Ele só precisa de uma oportunidade...
Não entendi porque o técnico tirou ele de campo, estava jogando tão bem...
 O treinador não gosta dele...
Panelinha, aqui só joga filho de diretor...
Aqui pra jogar tem que pagar...

Essas frases, ouvidas nos corredores das escolinhas de futebol e mais tarde nos centros de treinamento das categorias de base dos clubes, indicam a trajetória que a grande maioria dos garotos percorrem no mundo da bola. Afirmativas corriqueiras e frequentes dos pais que inconscientemente pressionam os seus filhos e, na maioria das vezes, querem que os filhos sejam aquilo que eles não foram.  

Durante esta fase de iniciação esportiva e descoberta, os objetivos dos pais com relação aos filhos não devem superar os aspectos voltados para a recreação, saúde e convívio. Se tornar um jogador de futebol, um atleta de alta performance, fica para um segundo plano, deve ser conseqüência e não finalidade.

Devemos repensar as nossas atitudes com relação a cobrança e responsabilidade que jogamos precocemente nos ombros dos nossos filhos “atletas”. O momento deve ser formativo e educativo, eles devem conviver com o esporte de forma prazerosa, lúdica, sem rótulos e cobranças.
Como bem diz o meu amigo e especialista em  iniciação esportiva, Professor Fabrício Moreira Filgueira, a criança é um ser em formação e não um pequeno adulto.

Fica aqui o alerta para os pais (me incluindo também): Não queira se realizar profissionalmente na figura de seu filho. Cabe a nós a função de informar, educar e apoiar. A vontade e a escolha do caminho profissional  a ser seguido deve ser deles.

Eduardo Zanello de Paula e Silva
Consultor Esportivo
 
REPENSANDO O FUTEBOL
Doce ilusão a minha. Esse é o sentimento que me aflora cada vez que eu penso em futebol. Vamos aos fatos: Desde a idealização até meados de agosto do ano passado estive a frente do Olé Brasil FC. Tempo de aplicar tudo aquilo que eu acreditava como modelo de gestão para um novo futebol.  Mais que um time, criamos uma marca, desenvolvemos pilares de sustentação para torná-lo auto-suficiente, investimos em infra-estrutura para formação de atletas de alto-rendimento, tudo perfeito! Só nos esquecemos de uma coisa: jogar pra quem? Cadê o nosso torcedor? A ficha caiu quando fui ao Estádio Palma Travassos assistir Comercial e XV de Piracicaba pela série A3. Milhares de torcedores fanáticos gritando “vamos subir bafooo”. Posso dizer que foi um nocaute no meu futebol empresa! Saí de lá com aquela sensação de, se correr o bicho pega e se ficar o bicho come, ou seja, qual o modelo ideal para um clube de futebol sobreviver nos dias atuais? Ser um Botafogo, Comercial ou outro qualquer, poderia citar dezenas deles, com vários problemas extra-campo, tais como, despesa maior que a receita, dívidas, ações judiciais, entre outros ou ser um Olé Brasil, Red Bull, Pão de Açucar e Desportivo Brasil, verdadeiras empresas administrando um futebol sem paixão.  Aqui está o jogo da vida do seu time: um confronto entre o clube associativo, centenário, com milhares de clientes (desculpe, torcedores, ainda estou com o modelo empresarial na cabeça) versus o clube empresa, inovador e sem torcedor, razão versus emoção. Quem ganha? Na minha opinião, empate e os dois desclassificados. Para o próxima temporada, talvez uma fusão, não de times, mas de modelos, aproveitando aquilo que cada um tem de melhor: gestão empresarial com torcida (cliente) seria a solução pra levantar o caneco e manter-se  vivo no mundo do futebol business.

Eduardo Zanello de Paula e Silva
Consultor Esportivo
 
SOBREVIVÊNCIA DOS CLUBES DO INTERIOR: INVESTIR NA BASE OU SER BARRIGA DE ALUGUEL?
Eram felizes e não sabiam. Durante as décadas de 70, 80 e 90 os clubes do interior Paulista, encabeçados por Guarany, Ponte, América, XV de Jaú, Ferroviária, Marília e pelo nosso Botafogo de Sócrates, Zé Mario, Paulo Egídio, Raí, Boiadeiro e tantos outros, faziam a diferença.

 Era a época da mãe fértil que procriava a cada ano expoentes para o futebol brasileiro e mundial. Comum naquele tempo, era ligar o rádio, sintonizar no AM e ouvir a escalação dos times “chamados pequenos” com vários jogadores oriundos das categorias de base.

Jogavam por amor, o beijo no brasão era verdadeiro, literalmente colocavam o coração no bico da chuteira. Um orgulho vestir a camisa que se confundia muitas vezes com a própria pele. Jogar profissionalmente pelo clube de formação era uma honra... Os clubes grandes da capital Paulista suavam para conquistar um pontinho fora de casa contra os chamados pequenos, bons tempos !

Aí, de repente, tudo mudou. Os clubes deixaram de investir na formação, pararam de garimpar. A base se misturou com as escolinhas, ouve crise de identidade: qualidade na base versus quantidade nas escolinhas.  O profissional, até então recheado de jogadores criados no próprio clube, mudou de identidade e passou a ter o sobrenome  “barriga de aluguel”.

A imprensa esportiva imediatista, que exige a montagem de bons times para a disputa dos campeonatos, a cobrança inconsciente do torcedor apaixonado pelo clube, somados ao despreparo, na maioria das vezes,  dos dirigentes abnegados  e ao calendário inapropriado das competições de curto prazo, por exemplo o Campeonato Paulista, foram os fatores preponderantes que impulsionaram os clubes a deixarem de lado a incubadora para investir na revenda por consignação,  onde os atletas dos “outros” ou de “ninguém”,  ficam expostos na vitrine do clube para a disputa de um campeonato de tiro curto. Se a equipe dá liga e vai bem, bom para o jogador que se valoriza e abre as portas para um novo emprego no segundo semestre (Campeonato Brasileiro).

E o clube? Se foi bem no campeonato, entenda-se, não caiu de divisão, fica com aquela sensação de dever cumprido, sobreviveu por mais uma temporada. Mas e aí? Até quando suportaremos essa pressão de que um dia vamos sucumbir...

Pra refletir: vamos deixar de lado o imediatismo da disputa pra não cair e pensar num investimento a médio prazo  nas categorias de base, voltar as origens da formação. Só assim resgataremos os clubes de futebol do interior.

Eduardo Zanello de Paula e Silva
Consultor Esportivo
 
 
 

16/01/2015
REVELAÇÃO DO CRUZEIRO, JUDIVAN COMEÇA A SE ADAPTAR À ROTINA DOS PROFISSIONAIS NA TOCA

26/09/2014
CRUZEIRO CONVOCA ATACANTE DA BASE PARA SE JUNTAR À DELEGAÇÃO NO RECIFE

13/09/2014
MARCELO MONITORA 'NOVOS' LUCAS SILVA E VINÍCIUS ARAÚJO NO CRUZEIRO

01/09/2014
MARCELO OLIVEIRA DARÁ CHANCE A ATACANTE DA BASE E ELOGIA ‘NOVO RAMIRES’

01/09/2014
CRUZEIRO POUPA DEDÉ E LEVA TRÊS DA BASE PARA JOGO CONTRA SANTA RITA-AL

01/09/2014
RAPOSA SEGUE PARA ALAGOAS; CONFIRA A LISTA DOS 19 ATLETAS CONVOCADOS

01/09/2014
MARCELO ACENA COM MUDANÇAS E LEVA ATLETA DA BASE PARA DUELO COM SANTA RITA

01/09/2014
JÓIA DA BASE COM UM NOME DIFERENTE: JUDIVAN

05/08/2014
RESERVAS DO CRUZEIRO VENCEM JOGO-TREINO; LÉO RENOVA CONTRATO

26/04/2014
EMPRÉSTIMO, ALUGUEL E CARTÃO DE CRÉDITO: GIMENEZ CELEBRA FIM DAS DÍVIDAS

25/04/2014
VOLANTE GIMENEZ ASSINA CONTRATO DE 3 ANOS COM O BOTAFOGO

25/04/2014
VIDEO: BOTAFOGO APRESENTA O VOLANTE GIMENEZ

17/04/2014
GIMENEZ ABRE MÃO DE SALÁRIOS ATRASADOS, E COMERCIAL LIBERA JOGADOR

17/04/2014
DIRETORIA DO COMERCIAL DECIDE LIBERAR GIMENEZ NA TERÇA-FEIRA

16/04/2014
RETRATO DA ANGÚSTIA

19/11/2013
GIMENEZ SE ESPELHA EM RALF E LUIS GUSTAVO PARA CHEGAR A SELEÇÃO

19/11/2013
BOM DE BOLA & BOM NA ESCOLA

16/11/2013
COMERCIALINO, GIMENEZ SE DIZ PRONTO PARA DEFENDER LEÃO DO NORTE NA A-1

29/06/2013
COMERCIAL CONFIRMA VENDA DE REVELAÇÃO DO SUB-17 AO CRUZEIRO

28/06/2013
'GIGANTE' DO COMERCIAL É VENDIDO PARA O CRUZEIRO

28/05/2012
RIBEIRÃOPRETANO FERNANDO CANESIN FOI O VENCEDOR DO CAMPEONATO BELGA

17/05/2012
BARCELLONA: NEL MIRINO UN TALENTO BRASILIANO

10/05/2012
JUDIVAN: HÁ TALENTO NA TOCA 1

07/03/2012
ESCLUSIVA TMW - GENOA, AG.SARTORE: "ECCO I DETTAGLI DELL'AFFARE"

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CALCIOMERCATO - MOURINHO SU PETY, IL NUOVO NEYMAR

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CONHEÇA PETY, O BRASILEIRO DE 13 ANOS QUE ESTÁ PRÓXIMO DO REAL MADRID

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PETY, 13 AÑOS: DE YOUTUBE... ¿AL BERNABÉU?

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DE BORAT A RAUAN: GALO APOSTA EM JOVEM REVELAÇÃO DO CAZAQUISTÃO

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